Poesia


UEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO"
kIKO PARDINI
Foto e arte
O que houve!!!
Sabe, havia um reino encantado não muito, mas muito…, mais distante. E dentre os reinos prósperos que se avizinhavam deste reino, a fartura era tanta que, colocou uma distância de segurança social, pela crescente inanição dos súditos.
E aqui na minha história,muitos debandaram gerando preocupação entre os regentes.
Os regentes deste reino, enviaram seus homens de confiança para outros vizinhos reinos e entenderam o problema. Ao retornarem, os regentes souberam que as terras do seu reino, não eram agricultáveis e, a fome que assolava por muito tempo poderia se estender por mais muitos anos.
Como era uma sociedade formada por poucos brancos e muitos escravos negros e índios nativos do reino, os regentes resolverão vender alguns escravos índios para outros reinos, dando horigem a um comercio que supria as necessidades daquela primitiva sociedade.
Então descobriram “a pólvora”, uma moeda de troca que permitiria sua sociedade prosperar, mas para isso, haveria necessidade de homens da sua realeza embrenhar pela mata, na caça de mais índios e sua moeda de troca.
Naquela época utensílios e provisões, só chegava até o reino de navios, em um caro comércio, que obrigava as cidades beira mar obter o melhor e, mesmo assim era tudo muito rudimentar e pouco.
Com o passar de alguns anos, algumas das cidades beira mar deste reino prosperavam, porém o continente ficava restrito de proventos se obrigando a forçar, agora seus poucos escravos, a vida degradante da roça e senzala.
A solução para alimentar o que chamo de reino na história, foi a necessidade dos regentes escolherem seus maiores caçadores de índios e, promoverem um projeto, que denominaram de "flâmula''. Aí na "flâmula'', os melhores caçadores de índios prepararam uma maratona pela mata, em uma verdadeira “caça às bruxas”, assim fortalecendo o comércio internacional, que estavam interessados nas mãos de obras indígenas.Então, valentes mateiros da “Flâmula” seguiram mata adentro, capturando tribos inteiras para comercializar.
Como era da natureza humana, já á muitos e muitos tempos atrás, a escravidão tornou uma praga humana, pior uma praga metódica e desumana, por reinos mais bem sucedidos, que como os dás recente criadas “Flamula”. Que pelo projeto de caça e escravidão de indignais, “peças menos valorizadas”, pois os negros escravizados não dominava as linguás locais faladas, assim qualquer esforço para revolta era sempre frustada. Enquanto indígenas vendidos com o passar do tempo, conseguiram engendrar fuga em massa, pois discutiam formas de fuga melhor planejadas.
Este conhecimento da língua aqui registrada por “Alfa Tuci”, língua dominada em todo território por todas tribos encontradas, levou a "Flâmula”, correr atrás de outra moeda de troca e, inventarão de colocar índios escravos e negros para garimparem ouro, diamantes e toda sorte de pedras preciosas.
Assim com outros rumos no projeto, os "Flâmulas"abriram alguns garimpos no interior de seu reino encantado, até descobrirem que um reino vizinho, produziu muitos quilos de ouro e seus estoques poderiam ser negociados por valores compensadores.
Por rio os "Flâmulas" conseguiram engendrar em uma rota, porém descobriram um caminho curto e próspero, para se chegar até seu vizinho “Gogó do As”, coisa que já faziam a duras penas por rio.
Más ouve um imprevisto, suas terras que até então se avizinhava, eram cercadas por bravos índios conhecidos por "Caídos no Pó”, uma grande tribo, esta que dominava um faixa
de terra em forma de triângulo, compreendendo uma rota que cercava os "Flâmulas", impossibilitando sua chegada ao “Gogó do Às", devido uma tribo lá já estabelecida a zilhões de anos. Conhecidos como os guerreiros “Caia no Pó”, que nãos se entregavam há escravidão e, tão pouco e menos ainda, permitia o trânsitos dos “Flamulas”, estes que pretendia chegar até o ouro de “Gogó do Ás” pelas suas terras. Aliás pelas suas magníficas terras.
Tratava estas terras de um cerrado, com vestígios de mata atlântica, emprestando uma paisagem ímpar, cheia de árvores frutíferas, entre grandes extensões de pura mata fechada.
Assim obrigou os "Flâmulas", em acordar com os aliados índios “Boró dos godó” de alguns reinos, unirem-se para cometerem uma tragédia, em solo tão majestoso.
Os “Borós do Godós” submissos aos "Flâmulas" ,eram índios evoluídos como sociedade, embora submissos aos Flâmulas como também o foi articulador "Guéra", que promoveu a articulação dos “Borós do Godós”, mas os "Borós do Godos” viviam em alguns reinos e, foram reunido pelo Índio chefe “Guéra” para atrocidade. Os “ Borós dos Godós” , viviam como “Adão e Eva” no paraíso. As suas `'Eva'', as dos “Borós do godos”, eram exímias artesãs ceramistas, produzindo artefatos para condicionar suas comidas prediletas, como carne farinha frutas, etc. Como também, produzia panelas para cozimento e suas urnas funerárias para chorar seus mortos.
O que impressiona nesta sociedade tribal, era a influência destas índias, na dinâmica social delas”tribos”, tão marcante que poderia acaso fosse copiada por Napoleão, na guerra contra Rússia, não teria perdido a peleja, já que estas Índias, desta tribo, conseguia manter alimentado seus guerreiros em estratégias, usando seus potes de barro abarrotados de alimentos, pior para os “Caídos no Pó” ,que tentaram inutilmente defender seu Triângulo paradisíaco até tombar o último guerreiro.
Neste ínterim o sacana Regente de “Gogó do Ás” que mantinha estreita relação com um seu abastado parente em “Tinas Guerais”e, tramou uma excursão denominada de "Penetras" (da podre linha),para alcançar as longínquas terras dos “Caídos no Pó”, coisa que conseguiu com êxito, com o pseudônimo de “Invasores da Coroa", saíram da segura “Estrada do mau”, adentrando o que para eles,um desconhecido sertão.
Assim como toda política pública, teve respaldo os “Invasores da Coroa", em promover vilarejos por onde seguiam, rumo ao Triângulo, dos “Caídos no Pó” , que já não existiam de fato.
Assim, muitos dos índios “Gogó do Ás”, quando não permaneceram em grupos, em alguma das regiões, deste imenso Triângulo, outros tantos resolveram ser fazendeiros próximos a capelas e igrejinhas. Porém a sorte destes, foi serem mortos por fazendeiros, que deram origem aos muitos e vários lugarejos daqui das terras dos “Caiados do Pó”.
Como esta Região foi crescendo, algumas cidades já se destacavam neste longínquo e próspero Triângulo, como o caso de Uberaba, que sediou contingente contra a guerra do Paraguai no Mato Grosso, a mando de D, Pedro II.
E assim soubesse que o reino encantado,doado para “Gogó do Ás”, estas terras, que fora negociado a favor de “Tinas Gerais” por Dona Veja, em seu comércio público, em uma noite de festejos.
E muito, muito tempo se passou, passou mas teve político de Uberlândia que criou uma legítima reivindicação, que assinei algumas vezes a favor. Trata da emancipação deste Triângulo, que acredito ser justa. Fim
Kiko Pardini.

Hoje 

Assim entendo o inescapável;
quando fizeram pano de chão, dá flamula em alegoria, do simbolo nacional, que preferiu o bruto, o estupido, o rico e o milionário, acreditar que poderiam se apossar, do que simboliza a União, entre povos de todas as nossas regiões. Com seu poder milionário derramaram bandeiras brasileiras,como "capa de toureiro" , na intenção de sacar a arma para sacrificar, sem usar espadas.
Aqui não trato de escrita Fictícia, apenas retrato o infeliz atrevimento social, de quem tem um perfil já conhecido, portanto dispenso oportunidade, em pincelar suas maldades como doença psicológica.
Há verdade na Bandeira Brasileira, em mãos de bolsonaristas, está como as pedras de Craque, que também servem como um Drinque caro, para tentar chocar a população. Logo o Craque não representa o vicio, más representa um insulto que na cômica comédia é, usada como arma para indignação social, já que a substancia é pífia, não levando a um torpor agradável e digna de ser procurada, como talvez o LSD, dá décadas de 50.60, e 70,
Então o Estado haverá de tratar os engraçadinhos de bandeira brasileira, como doentes sociais, que usa como senha um jargão enrustido, " ...vamos usar a bandeira, agente não presta ao ponto de amedrontar eles. Este é á estratégia do craque, "causar", já que a droga é uma droga imprestável. Bom diferente da Bandeira Nacional, que tão representativa e respeitada e, que trás a nós , ou trazia pelo espíritos dos melhores brasileiros de ideologia Nacional.
Entenda, existem Bolsonaristas, noias dá Flamula Verde Amarela, armadas para tocar terror "Causar" como (noias) em todo o Brasil, como "o craque, a pedra".
Kiko Pardini 


Em nome do Amor um imenso

                                                      


A negro se tornou
Kiko Pardini

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